quarta-feira, 6 de maio de 2015

Umha naçom, umha realidade

"La teoría del marco autónomo de la lucha de clases" assim titulou Olarieta fai uns dias um artigo da sua autoria, no que voltava mostrar o seu chovinismo espanhol, alegando a grandes traços que nom existe nemgum tipo de marco autônomo da luita de classes segum a naçom diferenciada na que se dé, é dizer que a luita de classe que se desenvolve em Madrid é identica à luita de classes que se dá nos PP.CC, Andalucia ou Galiza.

"En descargo de los vascos hay que decir que no es la primera vez que las luchas nacionales se enredan en la confusión y la perplejidad con la lucha de clases. Más bien casi siempre ha sucedido de esa manera y, sin embargo, da la impresión de que es la primera vez que ocurre, como si cada nación tuviera algo peculiar que la diferencia absolutamente de todas las demás. Allá a ese espejismo lo califican como el “marco autónomo de la lucha de clases”, no precisamente para aclarar nada sino para confundir toda vía más."

Esta afirmaçom do texto de Olarieta cae polo seu próprio pesso. Chegndo à conclussom de que umha naçom tem umha realidade concreta distinta e a evoluçom do seu tecido e relaçons produtivas forom e som distintas ao resto de naçons é impossível que a luita de classes e o desenvolvimento desta seja igual a qualquer outra, criando um marco diferenciado da luita de classes nessa naçom.

Por exemplo, numha naçom como a Galiza na que o proletariado industrial atopa-se ao redor do 15% (Por riba da meia espanhola)  claramente nom se dam exatamente as mesma relaçons produtivas e sociais que em Andalucia, umha naçom na que o proletariado industrial é menor, se nom que este atopa-se maioritariamene no campo. Provocando que haja dous marcos distintos da luita de classes, já que a realidade concreta é totalmente distinta.

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