segunda-feira, 28 de julho de 2014

DIA DA PATRIA. MANIFESTAÇOM DA UNIDADE POPULAR (NÓS-UP)

Esta pasada sexta-feira 25 de Julho dia da Pátria decorrerom em Compostela diferentes manifestaçons umha delas a de Nós-UP. Da qual pertencem este vídeo e fotos feitas por Galiza Contrainfo.

Álbum de images: Images da manifestaçom de Nós-UP 25-J do 2014 (Dia da Patria)

E o vídeo:



E agora reproducimos a nova da manifestaçom, publicada na web de Nós-UP.



NÓS-Unidade Popular voltou a sair às ruas neste Dia da Pátria, depois de umha convocatória, no ano anterior, truncada polo acidente de Angrois.

Com saída da Porta Faxeira às 12h30, a esquerda independentista culminou a campanha que nas últimas semanas levou às ruas galegas a reclamaçom independentista, com umha manifestaçom que percorreu o centro de Compostela e concluiu na praça do Toural.
Na faixa de cabeça, estivérom representados os movimentos solidários com o povo palestiniano (Galiza com a Palestina) e com as presas e presos independentistas galegos (Que voltem para a casa!), junto a integrantes da Direçom Nacional de NÓS-Unidade Popular.

Também as delegaçons internacionais presentes na jornada levárom faixa própria. Nela iam representantes de Sortu (Euskal Herria), CUP e MDT (Països Cataláns) e Izquierda Castellana (Castela). Umha grande bandeira da Palestina antecedia a faixa internacionalista.
A questom palestiniana e a denúncia do genocídio em curso por parte do terrorista Estado de Israel estivo muito presente ao longo do percurso e no ato político final. Aí tomou a palavra, em primeiro lugar, o companheiro da Direçom Nacional José Dias Cadaveira, que tivo duras palavras para a impunidade com que o imperialismo sionista aboca a populaçom palestiniana ao extermínio ou o abandono da Palestina. A seguir, umha representante de Que voltem para a casa! Denunciou a flagrante violaçom de direitos dos presos e presas independentistas por parte do antidemocrático Estado espanhol.

Informou-se das adesons chegadas da América Latina (Movimento Continental Bolivariano), Brasil (PCB), Equador (MPD), México (PCM), Venezuela (Alexis Vive), Castela (IzCa), Euskal Herria (Sortu) e Països Cataláns (CUP e MDT), Aragom (Puyalón de Cuchas), Estado espanhol (Iniciativa Comunista e Red Roja). Foi aí que se deu leitura ao comunicado de adesom e solidariedade das FARC-EP colombianas, o que provocou umha forte salva de palmas á longa e heroica luita do povo colombiano.

A continuaçom, foi a companheira Rebeca Bravo que tomou a palavra para lembrar, junto às pessoas presentes, os fatídicos factos que no ano passado levárom à suspensom, pola primeira vez na história, dos atos do Dia da Pátria. Foi o momento de apontar para as responsabilidades institucionais e empresariais do sinistro de Angrois e ligar a periódica irrupçom de acontecimentos como esse com a falta de soberania da Galiza sobre os seus setores e serviços estratégicos, incluído o do transporte ferroviário.

A porta-voz Nacional de NÓS-UP destacou igualmente a aposta da esquerda independentista numha reformulaçom da esquerda nacional galega, através da constituiçom do Pólo Patriótico rupturista. Para isso, propujo desde já começar a articular candidaturas populares de cara às Eleiçons municipais.

A manifestaçom patriótica concluiu com o canto do Hino Nacional e um convite a participar no jantar popular que a seguir se desenvolveu no Cámpus Norte.

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